Na primeira semana, o foco é observar dor, rigidez, sono e hábitos de movimento.

Na segunda, introduz-se mobilidade diária curta e treino de força leve.

Na terceira, aumenta-se progressivamente a carga e a confiança.

Na quarta, consolida-se uma rotina sustentável para continuar depois do protocolo.

O objetivo é criar consistência, não heroísmo.

O que fazer a seguir

Use esta informação como ponto de partida para conversar melhor com o seu médico, fisioterapeuta ou nutricionista. Informação séria não substitui avaliação individual, mas melhora as perguntas que leva à consulta.

Fontes: revisão editorial ARTICULAÇÃO; diretrizes europeias de reumatologia, ortopedia e fisioterapia; literatura científica recente.